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Anvisa proíbe venda de marca de leite condensado e suplementos; saiba motivo

Entenda as razões pelas quais a Anvisa agiu na proibição de marca de leite condensado e de suplementos alimentares.

Thyago Murad | 4 de Fevereiro de 2026 às 10:05

Leite condensado teve sua venda detada pela agência reguladora por oferecer riscos à população. - Reprodução / Freepik

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a interdição cautelar de um lote de leite condensado e a apreensão de dois suplementos alimentares após constatar irregularidades que podem representar riscos à saúde dos consumidores. Abaixo, te contaremos o motivo!

Entenda a decisão do órgão

A medida foi publicada no Diário Oficial da União no início de fevereiro de 2026 e afeta especificamente a venda do leite condensado semidesnatado La Vaquita depois que o produto foi reprovado em um teste microbiológico chamado Estafilococos Coagulase Positiva (ECP) realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels.

Esse exame verifica a presença da bactéria Staphylococcus aureus, que em níveis elevados pode causar intoxicação alimentar e outras infecções graves em quem consome o alimento. 

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Embora a agência tenha associado o leite condensado à empresa Apti Alimentos, a própria fabricante informou em nota que o produto não faz parte do seu portfólio, indicando uma possível associação equivocada ou irregularidade na origem dos lotes analisados. 

Além do leite condensado, a Anvisa determinou a apreensão dos suplementos Glicojax e Durasil, que vinham sendo comercializados no Brasil com promessas de benefícios à saúde. No caso do Glicojax, a publicidade do produto indicava supostos efeitos como apoio no controle da glicose sanguínea, suporte ao sistema cardiovascular e melhora da saúde metabólica, incluindo auxílio no controle da diabetes. A agência considerou essas alegações sem comprovação científica e, portanto, enganosas.

O suplemento Durasil, vendido em gotas e promovido como capaz de aliviar dores e melhorar a função erétil, também apresentou origens e composição desconhecidas, sem informações claras sobre o fabricante ou eficácia comprovada. Mesmo após a determinação da Anvisa, os produtos ainda eram encontrados em plataformas de comércio eletrônico, como Shopee e Mercado Livre, o que motivou a ação da vigilância sanitária.


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