✕

O smartwatch virou ferramenta de saúde: aprenda como usar os dados do relógio inteligente para treinar melhor e viver mais

Entenda como o smartwatch e demais dispositivos podem ser usados para melhorar o seu cotidiano.

Thyago Murad | 7 de Abril de 2026 às 12:00

Esses dispositivos podem ser usados para melhorar a sua rotina. - Reprodução / Freepik

Os relógios inteligentes deixaram de ser apenas acessórios e passaram a ser parte integral da rotina de muita gente, além de aliados diretos da saúde. Em 2026, a tendência do chamado ‘biohacking’ ganha força ao transformar dados coletados por smartwatches e anéis inteligentes em estratégias práticas para melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida. 

Mais do que contar passos ou medir calorias, esses dispositivos agora monitoram indicadores importantes do corpo em tempo real, permitindo que o usuário ajuste treinos, descanso e até hábitos diários com base em informações precisas.

O que os dados do smartwatch realmente mostram

Os dispositivos atuais vão além do básico e oferecem métricas cada vez mais detalhadas. Entre as principais estão a qualidade do sono, a variabilidade da frequência cardíaca, os níveis de oxigênio no sangue e a frequência cardíaca em repouso.

RELACIONADAS

Por que Preta Gil foi internada? Entenda o que aconteceu com cantora

Quais foram as músicas mais ouvidas no YouTube em 2024 no Brasil? Confira lista completa

Histórias engraçadas são mesmo indispensáveis

Esses dados ajudam a entender como o corpo reage ao esforço, ao estresse e à recuperação. A variabilidade da frequência cardíaca, por exemplo, é um indicador importante de equilíbrio do organismo. Quando está baixa, pode sinalizar cansaço ou sobrecarga, indicando a necessidade de reduzir a intensidade dos treinos.

Já o monitoramento do sono permite identificar padrões e entender se o descanso está sendo suficiente para a recuperação muscular e mental.

O que é Biohacking e como isso se aplica na prática?

O Biohacking representa uma mudança na forma de usar as informações coletadas por esses dispositivos. Por exemplo, em vez de seguir um treino fixo, cada vez mais pessoas adaptam a intensidade das atividades de acordo com os sinais do próprio corpo lidos por essas tecnologias.

Se os dados indicam boa recuperação, o treino pode ser mais intenso. Caso contrário, o ideal é priorizar atividades leves ou até o descanso. Essa abordagem reduz o risco de lesões, melhora o desempenho e torna o processo mais eficiente.

O conceito de biohacking, nesse contexto, significa justamente isso: usar tecnologia e dados para tomar decisões mais inteligentes sobre o próprio corpo.

Outro ponto central é a relação entre sono e performance. Dormir bem deixou de ser apenas uma recomendação geral e passou a ser monitorado com precisão. Os smartwatches conseguem identificar fases do sono, interrupções e até a regularidade dos horários. 

Com essas informações, o usuário pode ajustar sua rotina para garantir uma recuperação mais completa, o que impacta diretamente nos resultados dos treinos. Além disso, níveis de oxigênio no sangue e frequência cardíaca durante a noite ajudam a detectar possíveis sinais de alerta, como dificuldades respiratórias ou estresse elevado.


Se você se interessa por conteúdos interessantes, histórias reais e informações sobre saúde, a revista Seleções traz reportagens confiáveis e completas mensalmente. Confira os benefícios de assinar a versão impressa da revista e receba esses conteúdos de qualidade em casa.

Compartilhe:
saúde qualidade de vida

AS MAIS LIDAS

Novo pilates? Treino de baixo impacto que combina balé, pilates e yoga promete corpo definido e faz sucesso em academias

Unha minimalista: as 5 técnicas mais pedidas nos salões brasileiros neste outono

Anvisa proíbe venda de bioestimulador de colágeno; entenda motivo

Saiba quais são as 10 cidades brasileiras com maior percentual de pessoas com obesidade