Ministério da Saúde alerta para o avanço da sífilis no Brasil; entenda

Entenda o alerta do Ministério da Saúde acerca do avanço da Sífilis no Brasil e a recomendação do órgão.

Thyago Soares | 15 de Dezembro de 2025 às 09:46

Avanço da doença é motivo de preocupação de autoridades. - Reprodução / Freepik

O Ministério da Saúde emitiu um alerta para o avanço contínuo da sífilis no Brasil, destacando que a infecção segue em ritmo acelerado de crescimento e se mantém como um dos principais desafios de saúde pública no país. Segundo o órgão, apesar de ser uma infecção sexualmente transmissível com diagnóstico simples e tratamento eficaz, a sífilis ainda apresenta altos índices de transmissão, inclusive entre gestantes e recém-nascidos.

Entenda o alerta

De acordo com o ministério, o aumento dos casos está relacionado a uma combinação de fatores, como a redução do uso do preservativo, falhas no acompanhamento pré-natal e dificuldades no diagnóstico precoce. A sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum e pode evoluir em diferentes estágios, com sintomas que variam desde feridas indolores até complicações graves no sistema nervoso e cardiovascular quando não tratada adequadamente.

Como citamos, um dos pontos que mais preocupa as autoridades é o crescimento da sífilis congênita, transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou no parto. Mesmo com a disponibilidade gratuita de testes rápidos e da penicilina no Sistema Único de Saúde, muitos casos ainda são identificados tardiamente, o que aumenta o risco de aborto, parto prematuro e sequelas permanentes no recém-nascido.

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O Ministério da Saúde reforça que a prevenção continua sendo a principal estratégia para conter o avanço da doença. O uso consistente de preservativos em todas as relações sexuais, a testagem regular, especialmente para pessoas sexualmente ativas, e o tratamento simultâneo das parcerias são medidas fundamentais para interromper a cadeia de transmissão. 

No caso das gestantes, a recomendação é realizar o teste no início do pré-natal e repeti-lo ao longo da gravidez.

Além das ações de prevenção, o governo federal destaca a importância do combate à desinformação. Muitas pessoas deixam de buscar atendimento por desconhecimento dos sintomas ou por acreditarem que a sífilis é uma doença do passado.


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