Órgão oficial divulga quais cidades foram tidas como as mais quentes do Brasil durante os últimos dias de 2025 e resultado surpreende.
O Brasil enfrenta uma onda de calor que iniciou nos últimos dias de 2025 e elevou as temperaturas em diversas regiões do país. Levantamentos do Instituto Nacional de Meteorologia mostraram quais foram as cidades mais quentes em todo o território nacional nesse cenário extremo e impressionam, afinal, os dados refletem registros pontuais de termômetros que atingiram valores elevados em diferentes estados, reforçando os impactos do calor intenso sobre o cotidiano de moradores e serviços públicos.
Quais foram as cidades mais quentes do Brasil no final de 2025?
Entre as cidades que mais registraram calor no país, Três Rios, no Rio de Janeiro, liderou o ranking nacional, com a máxima de 39,1 °C em um dos dias de maior insolação. Na sequência aparecem Caicó, no Rio Grande do Norte, com 38,8 °C, e um empate na terceira colocação entre Alegre, no Espírito Santo, Coronel Pacheco, em Minas Gerais, e Pão de Açúcar, em Alagoas, todas com 38,5 °C, temperaturas muito acima da média histórica para o período.
Outras cidades brasileiras que também figuraram entre as mais quentes foram Cambuci (RJ), que marcou 38,4 °C, e Ibimirim (PE), com 38,3 °C. Na sequência, Ibotirama (BA), Morada Nova (CE) e Salgueiro (PE) empataram com 38,2 °C, completando a lista das dez localidades com os maiores registros de temperatura durante a onda de calor.
Segundo meteorologistas, situações de calor extremo como essas tendem a se intensificar em períodos de bloqueios atmosféricos e massas de ar quente persistentes, que dificultam a chegada de frentes frias e facilitam o acúmulo de calor no ar e no solo, sobretudo em áreas de planaltos e regiões interiores. Esses fatores, combinados com o padrão climático do verão brasileiro, aumentam a probabilidade de recordes de temperatura em diferentes pontos do Brasil.
O calor elevado preocupa autoridades de saúde porque está associado a aumento de atendimento de urgência por exaustão térmica, desidratação e agravamento de doenças crônicas, além de impactos no consumo de energia e na mobilidade urbana. Nesse contexto, a identificação das cidades mais quentes pode orientar ações de prevenção e alertas à população em dias de temperatura extrema.
A expectativa é de que a onda de calor que atinge o país se dissipe ao longo dos primeiros dias de janeiro de 2026.
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