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Ministério da saúde intensifica vigilância contra o avanço do vírus da influenza

Entenda o motivo pelo qual o Ministério da Saúde anunciou que vai redobrar a vigilância sobre o vírus da influenza.

Thyago Soares | 19 de Dezembro de 2025 às 10:36

Autoridades redobram cuidados com o avanço do vírus da influenza. - Reprodução / Freepik

O Ministério da Saúde intensificou a vigilância epidemiológica do vírus da influenza no Brasil em resposta ao alerta emitido pela Organização Pan-Americana da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde sobre o aumento de casos e internações por gripe em países do hemisfério norte associados à variante Influenza A H3N2, conhecida como 'Gripe K', que tem circulado de forma mais intensa em nações como Estados Unidos e Canadá.

Entenda o motivo da vigilância ao vírus da influenza

Esse cuidado redobrado se dá pois até o momento foram identificados quatro casos da variante H3N2 no Brasil, sendo um deles importado no Pará, ligado a uma viagem internacional, e três no Mato Grosso do Sul, cujas origens ainda estão sob investigação. As amostras que confirmaram a presença do vírus nos dois estados foram analisadas por laboratórios de referência nacionais após identificação inicial em unidades locais de saúde.

A estratégia de vigilância adotada pelas autoridades de saúde envolve o monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e de síndrome respiratória aguda grave, que são registradas no sistema de saúde pública. 

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Essas ações incluem a identificação e diagnóstico precoces de infecções respiratórias, a investigação imediata de ocorrências atípicas e a notificação rápida de casos suspeitos ou confirmados, além do fortalecimento de medidas preventivas e do acesso a vacinas e tratamentos para os grupos de maior risco. Em nota, o Ministério da Saúde ressaltou: 

“As vacinas disponibilizadas pelo SUS protegem contra formas graves da gripe, inclusive as causadas pelo subclado K. Os grupos mais vulneráveis ao vírus são os mesmos já contemplados como prioritários na campanha de vacinação. A hesitação vacinal, cenário observado em países da América do Norte, contribui para a maior circulação do vírus, especialmente em contextos de baixa adesão à imunização”, comunicou o órgão.

Autoridades recomendam medidas complementares para reduzir a transmissão, como o uso de máscaras por pessoas com sintomas respiratórios, a higienização frequente das mãos e a adequada ventilação de ambientes, além de reforçar a importância da vacinação anual. 


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