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Autismo: o que é, como diagnosticar e como tratar

Hoje é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Saiba mais sobre essa condição de saúde que afeta a comunicação e a interação.

Marina Estevão | 2 de Abril de 2021 às 09:00

(Imagem: vejaa/iStock) -

O autismo é uma condição de saúde que afeta a comunicação e a interação. Mas você saberia identificar uma pessoa no espectro autista?

Há vários subtipos de autismo – desde pessoas com outras condições associadas, como o déficit intelectual e a epilepsia, até pessoas com uma vida comum que nunca foram diagnosticadas com a doença.

Leia também: O que é bipolaridade? Psicólogo explica principais sintomas do transtorno

Há, ainda uma subcategoria chamada savant, na qual a pessoa, marcada por déficits psicológicos, possui uma memória fora do comum e pode desenvolver habilidades impressionantes e talentos específicos.

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Causas do autismo

Segundo um estudo de 2019, fatores genéticos são os mais importantes dentro das causas do autismo. A genética está entre 97% e 99% das causas, sendo 81% o fator hereditário. Existem também outros motivos ainda controversos, como idade paterna avançada ou o uso de anticonvulsivantes na gravidez.

Como identificar uma pessoa com autismo?

A doença pode ser identificada pelos médicos ainda na infância, mais precisamente entre 1 ano e meio e 3 anos de idade. É importante tentar reconhecê-la o quanto antes para poder iniciar um tratamento adequado e, assim, amenizar a qualidade de vida da pessoa.

Alguns sinais possíveis são:

Fatores de risco

O autismo é de duas a quatro vezes mais frequente em homens. Além disso, poluição e infecções como a rubéola na gravidez.

Existe tratamento para o autismo?

O acompanhamento com um terapeuta é fundamental para tratar o autismo. (Imagem: gragana991/iStock)

Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, o tratamento com mais evidência de eficácia é a terapia de intervenção comportamental, aplicada por psicólogos.

O tratamento para o autismo é personalizado e pode ser feito junto com outras terapias, como fonoaudiologia, terapia ocupacional, conforme a necessidade de cada paciente.

Outros sintomas como irritabilidade, impulsividade, hiperatividade, insônia (entre outros) podem ser tratados com medicamento e com acompanhamento médico.


Atenção:
Para ter o diagnóstico correto dos seus sintomas e fazer um tratamento eficaz e seguro, procure orientações de um médico.

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