Vamos ajudar você a desmistificar alguns dos principais mitos sobre o autismo a fim de quebrar preconceitos.
Thyago Soares | 31 de Março de 2025 às 12:30
O mês de abril é conhecido como “abril azul” e marca um momento de conscientização sobre as pessoas autistas. A fim de sensibilizar, educar e quebrar preconceitos que pessoas que possuem essa neurodivergência, vamos listar alguns dos principais mitos sobre o autismo e desmistificar eles junto com você.
Cada pessoa expressa e demonstra empatia de formas distintas, o que não significa ausência desse sentimento, independentemente da maneira como se comunica. Segundo estudo, é fato que algumas crianças autistas podem apresentar dificuldades na compreensão das emoções alheias, o que pode causar um comportamento social mais “frio”, contudo, elas estão longe de serem indiferentes aos sentimentos dos demais.
Estudos científicos já confirmaram que não existe qualquer ligação entre a vacinação e o autismo, sendo esse um mito propagado por pessoas que desejam propagar uma narrativa anti-vacina. O autismo é uma condição cujo resultado provém da interação entre fatores genéticos e influências ambientais.
A agressividade pode sim ser uma forma da criança que possui autismo expressar seus sentimentos e frustrações, contudo, esse comportamento não é uma regra. De acordo com artigo científico, infantes que convivem com essa neurodivergência possuem os mesmos gatilhos que despertam raiva e agressividade que as crianças que não possuem autismo.
O autismo não é encarado como uma patologia ou enfermidade, logo, não se fala em cura. Entretanto, pesquisas suportam que se feito o tratamento adequado, com os estímulos apropriados, pessoas que possuem o Transtorno do Espectro Autista podem desenvolver competências sociais, comunicativas e funcionais, promovendo maior independência e melhor qualidade de vida para a pessoa.
Isso não passa de um mito. Pesquisadores afirmam que pessoas autistas são tão qualificadas para entrar no mercado de trabalho e atuar profissionalmente quanto aqueles indivíduos que não possuem a condição.
Contudo, o preconceito com essas pessoas pode acabar dificultando a inserção delas no mercado de trabalho, bem como o convívio diário com os demais colegas de trabalho no ambiente profissional.
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