A gargalhada é certa entre cabos e seus superiores

Histórias engraçadas de caserna que você não pode deixar de rir e contar para os amigos e para a família. Deixe de ser egoísta!!

Elen Ribera | 26 de Agosto de 2018 às 14:05

siridhata-1/iStock -

Histórias engraçadas com sargentos, cabos e oficiais que envolvem o funcionário do departamento de pessoal, a secretária e quem mais estiver disposto a entrar na brincadeira.

Apontando para uma travessa de asas e coxas de frango no estilo clássico dos refeitórios de caserna, o jovem soldado da Aeronáutica perguntou ao sargento do refeitório:
– Qual é a boia?
– Frango à Força Aérea – respondeu o sargento. – Vai querer asa ou trem de pouso?

— PAUL JAGGER

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No aeroporto, durante uma viagem de negócios, meu pai se aproximou do setor de embarque. Naquele momento ocorria a troca da Guarda Nacional e um membro dessa corporação estava na fila na frente dele, em fardamento completo. Como todos, o soldado teve de se submeter ao detector de metais. Antes de passar pelo aparelho, ele estendeu seu fuzil M-16 para o pessoal da segurança junto com outros itens, como abotoaduras e uma lanterna. Ainda assim, o alarme disparou. Uma nova inspeção revelou um canivete suíço dentro de um de seus bolsos.
– Sinto muito, senhor – disse o segurança ao soldado –, mas este item é proibido.
E depois de ter levado o canivete, o funcionário do aeroporto devolveu a ele o M-16.

— SAMANTHA COUCHOUD

Tínhamos acabado de nos mudar de uma base da Força Aérea para um posto do Exército, e meu filho, fã ardoroso de soldadinhos e brinquedos militares, estava encantado com a visão de soldados marchando em ritmo cadenciado. Ficou ainda mais radiante quando passou pelo pátio dos veículos, com seus tanques, jipes e caminhões.
– Olha só! – gritou ele, excitado. – Eles têm a coleção inteira!

— JEREMY THORNTON

Minha unidade em Fort Bliss, no Texas, foi escalada para serviço de guarda. No entanto, como a munição viva era reservada para locações estratégicas, nossos fuzis foram carregados com cápsulas vazias. Um dia, enquanto estávamos em forma para revista, o oficial de serviço inter pelou um soldado e vociferou:
– Qual é o alcance máximo do seu fuzil M-16, soldado?
O praça, assustado, olhou para seu fuzil descarregado e respondeu:
– O mais longe que eu puder lançá-lo, senhor!

— JAN GETTING

Na época em que eu servia como soldado da Força Aérea no Rio de Janeiro, um coronel, ao fim do expediente e com pressa, ordenou ao sargento:
– Imprima o documento, pois estamos atrasados!
O sargento, às pressas, fez todos os procedimentos para efetuar a impressão e, após várias tentativas frustradas, concluiu que o problema estava na impressora. Então voltou-se para o coronel e disse:
– A impressora não funciona. Acho que o problema é com o cabo.
Sem hesitar, o coronel ordenou:
– Sargento, prenda o cabo.

— FLÁVIO F. DOS SANTOS

Nosso oficial de pessoal, aborrecido porque sua secretária lhe dissera que soldados e membros do escritório vinham usando a nova máquina copiadora para documentos pessoais, fixou um aviso na máquina: “Os soldados não devem se aproveitar do equipamento de reprodução da secretária sem autorização do oficial de serviço.”

— FLOYD G. SEAY

Servi em uma companhia de fuzileiros num quartel no interior de Pernambuco. Certo dia, fazíamos treinamento em um vilarejo abandonado. Nosso pelotão tinha a missão de capturar três supostos inimigos, encenados por soldados mais antigos. Apesar de já haver cercado o local, estávamos ali há horas sem êxito. De repente, um garotinho que assistia a tudo de longe com um grupo de amigos me chamou e em tom baixo sugeriu:
– Se o senhor deixar eu brincar, digo onde estão os bandidos.

— FÁBIO LEITE MACÊDO

Minha companhia no Exército estava aprendendo a saltar de paraquedas. A 4 mil metros de altitude, nosso instrutor gritou os procedimentos para sobreviver a um salto a mais de 300 quilômetros por hora. Um jovem recruta ergueu a mão e perguntou:
– Depois de saltar, quanto tempo tenho para puxar a corda do paraquedas?
O instrutor olhou para trás, sorriu e disse:
– O resto da sua vida.

— KEVIN K. HENDRICK

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