Tire o seu filho da frente das telas com essas ideias de brincadeiras que podem manter a criança entretida e estimulada.
Se o celular, tablet, videogame e a televisão vem tomando tempo demais do seu filho, talvez tenha chegado a hora de colocar a sua criatividade para jogo para tirar as crianças da frente das telas. Vamos listar brincadeiras e ideias que podem contribuir para que você equilibre melhor a rotina dos infantes, sem que eles gastem muito tempo sentados em frente à dispositivos eletrônicos.
Como equilibrar o tempo de tela das crianças?
A chave não está apenas em proibir os menores de usar telas, mas sim em oferecer experiências que sejam tão envolventes quanto as que eles encontram nos dispositivos eletrônicos.
Proponha atividades que os desafiem, provoquem curiosidade e criem conexão, mas nada de forçar algo que o seu filho não gosta, viu? Tenha sempre em mente o tipo de atividade que a criança gosta de realizar, afinal, assim ele ficará mais propenso a trocar o celular por outro tipo de brincadeira.
7 brincadeiras para tirar os filhos da frente das telas
1. Caça ao tesouro com pistas personalizadas
A tradicional caça ao tesouro pode ganhar um nível extra de envolvimento quando as pistas são pensadas de acordo com os interesses da criança. Se ela gosta de dinossauros, as pistas podem ser “rastros”. Se prefere super-heróis, cada etapa pode representar uma missão.
Além de movimentar o corpo, a atividade trabalha raciocínio lógico, interpretação de texto e resolução de problemas. O prêmio final não precisa ser material. Pode ser escolher o filme da noite, o jantar especial ou uma atividade em família.
2. Circuito de desafios físicos dentro de casa
Transformar a sala em um pequeno percurso de obstáculos é uma excelente forma de gastar energia acumulada. Almofadas viram ilhas que não podem ser tocadas pelo “mar de lava”, cadeiras se tornam túneis e fita adesiva no chão cria linhas de equilíbrio.
O circuito pode incluir cronômetro, desafios de coordenação e até pequenas missões, como transportar um objeto sem deixar cair. A brincadeira estimula coordenação motora, resistência física e noção espacial.
3. Oficina de invenções com materiais recicláveis
Caixas de papelão, rolos de papel, tampinhas, embalagens e fita adesiva podem se transformar em robôs, castelos, carros ou naves espaciais. Ao propor que a criança “invente algo que ainda não existe”, você ativa o pensamento criativo e a capacidade de planejamento.
Essa atividade desenvolve autonomia, solução de problemas e consciência ambiental. Ao final, a criança pode apresentar sua criação como se estivesse em um programa de televisão ou feira de ciências.
4. Acampamento improvisado na sala
Montar uma cabana com lençóis e cadeiras cria uma atmosfera mágica sem sair de casa. O espaço pode virar cenário para contar histórias, fazer um piquenique noturno ou simular uma expedição na floresta.
Apagar as luzes e usar lanternas aumenta a sensação de aventura. Esse tipo de brincadeira fortalece o imaginário infantil e cria memórias afetivas poderosas.
5. Desafio do chef mirim
Cozinhar é uma atividade altamente sensorial e pode ser tão estimulante quanto qualquer jogo digital. Escolha receitas simples e seguras, como biscoitos, sanduíches criativos ou salada de frutas.
Permitir que a criança mexa a massa, escolha ingredientes ou decore o prato promove senso de responsabilidade e autoestima. Além disso, amplia o repertório alimentar e fortalece o vínculo familiar.
6. Teatro em casa com personagens criados pela criança
Em vez de apenas assistir histórias em vídeos, a criança pode criar o próprio roteiro. Fantoches feitos com meias, máscaras de papel ou fantasias improvisadas transformam a sala em palco.
A atividade estimula expressão verbal, criatividade, empatia e organização de ideias. Você pode filmar a apresentação e assistir depois, valorizando o esforço criativo.
7. Missão explorador da natureza
Se houver quintal, praça ou parque por perto, proponha uma missão de observação. A criança pode procurar folhas de formatos diferentes, contar quantos tipos de pássaros vê ou desenhar o que encontra.
Quando não há acesso a áreas externas, a missão pode acontecer com plantas em vasos ou até observando o céu da janela. Essa proposta desenvolve atenção plena, curiosidade científica e conexão com o ambiente.
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